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Singapura, na terra do grande irmão

Publicado em 28 Outubro 2009 por admin

Há, logo à partida, os que se deixam prender pelo asseio e os que detestam a excessiva, quiçá policial, organização. Singapura é tudo isso ao mesmo tempo e mais a obsessão por flores, jardins … E, para nós portugueses, o apelo de Malaca, ali a quatro horas de autocarro.

Da antiga aldeia de pescadores no fim da península malaia nada resta. E para Manhattan do Oriente talvez a floresta de arranha céus, imagem de marca, não seja suficiente. Faltar-lhe-ão aquelas revoadas de vendedores de rua, aquela gente das mais desvairadas posturas sociais, e, acima de tudo, o permanente sentido de transgressão que Nova Iorque exibe e Singapura reprime.

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Islândia, Sob o signo do fogo

Publicado em 21 Outubro 2009 por admin

O mais jovem país da Europa - geologicamente falando - ainda está em formação. Um pouco por todo o lado, no alto das montanhas e debaixo dos glaciares, há um rio de fogo que vai modificando paisagem primitiva da ilha.

A Islândia é uma das maiores ilhas do Atlântico Norte, com pouco mais que a área de Portugal. O Círculo Polar Árctico passa poucos quilómetros a norte da ilha principal, na pequena ilha de Grímsey. Geologicamente, é o mais jovem país da Europa e um dos vulcanicamente mais activos a nível mundial. De vez em quando uma erupção ocorre e o país é presenteado com mais uns quilómetros de território; foi o caso da ilha de Surtsey, por exemplo, que “nasceu” em 1963.

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Noruega - Ilhas Lofoten, Paisagens de cortar a respiração

Publicado em 14 Outubro 2009 por admin

As paisagens esculpidas pela força do gelo são de cortar a respiração, o sossego é paradisíaco. As ilhas Lofoten, na Noruega, constituem um daqueles locais de visita obrigatória para quem desejar conhecer as fracções do planeta que a mão humana tem sabido preservar. E imperdoável deixar as ilhas sem antes experimentar um bom banho de água quente em plena rua, acompanhado por dois dedos de conversa e um belo par de cervejas geladas.

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Holanda - Texel, A ilha das aves

Publicado em 07 Outubro 2009 por admin

Um dos refúgios preferidos dos holandeses, a Ilha de Texel é caracterizada pela variedade das suas paisagens, com realce para os 30 quilómetros de praias e para o Parque Nacional de Dunas. Ponto privilegiado de observação de aves, Texel convida a passeios de bicicleta ao longo de parques naturais e pitorescas povoações. E, em Oudeschild, é ainda possível embarcar para ver focas em habitat natural no Mar de Wadden.

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Creta, o domínio dos deuses

Publicado em 03 Setembro 2009 por admin

Creta é uma ilha tão poderosa que Zeus, deus dos deuses, foi escondido à nascença numa das suas cavernas e alimentado por uma cabra. A terra de Zeus, da bela Europa vinda das costas da Fenícia, do mito do Minotauro, do Labirinto … Mas os locais abençoados pelos deuses acabam por ser os mais disputados pelos mortais, e punidos e flagelados pela Natureza. Assim tem sido com Creta ao longo de séculos, de milénios.

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San Sebastián, banho de cultura

Publicado em 01 Setembro 2009 por admin

Chamam-lhe “Pequena Paris” e “Rio de Janeiro da Europa“. Tem uma praia em forma de concha, restaurantes de perder a cabeça e festivais de cinema e de jazz dos mais importantes do mundo
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Córsega, Coração Selvagem

Publicado em 20 Agosto 2009 por admin

Ilha de luz e sombra, contrastes e matizes, casas cor de pedra de janelas pequenas, baías de um azul luminoso rodeadas por uma vegetação bravia - na Córsega tudo é forte e marcante, do clima à paisagem. Sendo uma ilha, para mais com um relevo montanhoso bem marcado, é natural que experiências anteriores de isolamento e dificuldades de comunicação, dentro da ilha e ainda mais com o continente, determinassem a existência de caracteres individualistas e fortemente conscientes da sua diversidade; os corsos revêem-se na imagem do corsário livre, indomável aventureiro, destemido e independente. Os outros, nomeadamente os franceses do continente, têm uma versão diferente, mas não totalmente oposta a esta ideia.

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Veneza

Publicado em 25 Junho 2009 por admin

Veneza está edificada sobre 118 ilhas, ligadas por mais de quatro centenas de pontes. As estradas são de’água, a mesma água que um dia, se o rumo da natureza não for travado, irá afundar aquela que é uma das cidades mais belas e românticas do mundo.O texto é de Pedro Garcias.

Veneza, o nome, já nos prepara para o que vamos encontrar na grande ilha. Soa a veludo, brilho, esplendor. Quase não precisamos de a conhecer para a advinhar. É uma dessas “cidades acesas na distância/ magnéticas e fundas como luas” de que falava Sophia de Mello Breyner Andresen.

É uma cidade romântica e senhorial, luminosa até na penumbra, com os seus palácios e igrejas pousados e reflectidos sob a água turva e agitada pelo vaivém constante dos barcos e das gôndolas. É verdade que se sente uma dimensão de tragédia nesta fachada sumptuosa da cidade, com palácios-fantasma e edifícios arruinados pelo salitre e pelo abandono, sinal de uma decadência aristocrática e” prenúncio de um apocalipse inexorável- Veneza está a afundar-se seis centimetros por década Mas o que se vê de longe, de qualquer ângulo, é demasiado prodigioso, faça sol ou chuva, e o que apetece é unicamente olhar, para um lado e para o outro sem pensar em nada, embalado pela correnteza da laguna e pelo desejo quase hipnótico de admirar cada fachada, cada ponte, e imaginar a vida para lá daquele labirinto de canais e ruelas cercadas de água e de silêncio.

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Menorca, encanto balear

Publicado em 25 Junho 2009 por admin

Menorca é a menos concorrida das três principais ilhas das Baleares, mantendo o equilíbrio entre a preservação do ambiente e o desenvolvimento turístico. Uma ilha pequena, mas de múltiplos atractivos.

Menorca, invadida por turcos no século XVI, ocupada sucessivamente por ingleses e franceses ao longo do século XVIII, e em tempos mais remotos ponto de passagem de fenícios, gregos, cartagineses, romanos, árabes e cristãos, constitui um bom destino pata os viajantes e turistas dos nossos tempos. É uma opção interessante para quem gosta de pequenas praias de areias brancas, de campos verdes salpicados de vacas e de monumentos pré históricos, de cidades calmas e com personalidade ou apenas de boa gastronomia. Sendo a segunda em tamanho das Baleares, a ilha não mede mais de 50 quilómetros de comprimento - a distância entre a elegante capital, Maó, e a cidade “veneziana” de Ciutadella -, enquanto a sua largura oscila entre os 10 e os 19 quilómetros.
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Ilhas Canárias - La Palma, La Gomera e Tenerife

Publicado em 24 Junho 2009 por admin

O verdadeiro encanto das ilhas Canárias está longe dos olhares indiscretos e apressados do turismo de massas. As maiores delícias deste património insular estão guardadas nos cofres da tradição, da arquitectura e da natureza de La Palma, Tenerife e La Gomera.

La Palma tem orgulho nos seus charutos, mas também enche o peito para exibir a arquitectura dos séculos XVI, XVII e XVIII que decora a sua capital, ou para relatar os cuidados pormenores-que envolvem a celebração do dia dedicado à sua padroeira, a “Virgen de las Nieves”. Longe das cores e dos sons agitados que servem de âncora aos destinos mais turísticos do arquipélago das Canárias, Santa Cruz de La Palma é uma pequena capital insular com pouco mais de 16 mil habitantes. Entre o verde-negro da montanha e o azul do mar, a cidade mantém ainda hoje assimiladas as influências que franceses, ingleses, galegos, catalães, portugueses e espanhóis, naturalmente, deixaram ao longo do tempo. Pelas ruas estreitas e pequenas nas pracetas de Santa Cruz de La Palma, o que apetece mesmo é apreciar o fim de tarde entre o sabor irresistível de apuradas tapas numa esplanada, ou simplesmente deambular sem destino, de olhos postos nas varandas típicas da ilha. Partindo, por exemplo, da Avenida Marítima rumo à Praça de Espanha, passando pelo Palácio Salazar, e seguindo caminho pela “calle O’Daly”, rua de comércio que permanece marcada, na denominação, pela presença inglesa de outros tempos em La Palma.

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